No texto anterior falamos como
funciona o salary cap e a luxury tax dos times da NBA, agora vamos tratar das
regras especificas que regem os salários dos jogadores. Vamos aprender o que
entra ou não no CAP, além de entender como funciona os salários mínimo e máximo
e a Larry Bird Exception.
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
O que é salary cap e o luxury tax?
Buscando conseguir simplificar
alguns elementos da NBA para facilitar a vida dos torcedores, o Three Seconds
criou uma categoria para seus textos explicativos chamada “Doutrinando” onde
tentarei explicar algumas “regras” e pontos complicados.
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015
Por que a SporTV está certa em não citar naming rights?
Depois de uma longa temporada de
especulações e rumores, a SporTV está perto de fechar contrato com a NBA para a
transmissão do basquete norte-americano. O acordo deve ser sacramentado antes
do carnaval.
Tão logo o acordo ficou bem
próximo de ser anunciado veio também a informação de que o canal da Globosat
não iria falar o nome das empresas que detém os naming rights de 27 das 29 arenas da NBA.
Como o pessoal da SporTV irá
chamar os ginásios ainda é uma incógnita, mas já pipocaram piadas pelas redes
sociais que “Staples Center” viraria “Arena de Los Angeles”, “Toyota Center”
viraria “Houston Center” e por aí vai.
Vários fãs do basquete
manifestaram seu descontentamento com o canal, alguns escreveram textos com
bons argumentos como o Matheus, no Blog Paixão NBA, mas no fim das contas poucas pessoas resolveram
olhar o outro lado e analisar se a Globo e o SporTV estão certas em sua
política de não falar os nomes de empresas.
Uma cláusula obrigatória no
contrato entre NBA e SporTV é a única maneira legal da liga (e seus
patrocinadores) forçar o canal a falar o nome correto das arenas. Caso exista
essa lacuna, é lógico (e sensato) para a Globosat não divulgar os nomes.
Não acredito que a NBA o faça,
porque a principal motivação da liga é o crescimento de sua própria marca e
quando a SporTV/Globo estiver divulgando isso, concedendo outros benefícios que
devem aparecer ao longo da parceria, essa é uma briga que os americanos não
irão comprar.
Vocês podem argumentar que os
patrocinadores são parceiros da NBA, mas devemos considerá-los como ‘indiretos’,
pois seu dinheiro vai pros cofres do time e não diretamente à liga, mas isso é
uma discussão muito longa e complicada.
Faz diferença para os patrocinadores? E para a SporTV?
Não, por diversas razões. A
primeira é que as marcas que patrocinam os ginásios das equipes da NBA não
precisam desse ‘incentivo’ para investirem no esporte. A divulgação de seu nome
em um canal de TV não é o essencial para uma parceria desse tipo.
A Toyota não pagou US$ 100
milhões para colocar seu nome no ginásio de Houston para que os canais que
cobram a NBA digam seu nome. Aliás, canais de televisão não são entidades sem
fins lucrativos e por isso não devem fazer propaganda de graça de qualquer
marca.
As empresas, por outro lado, não
devem esperar que os canais o façam. Não basta comprar o nome do ginásio e
deixar que ele apareça lá. O marketing (esportivo) que envolve todo o processo
de compra de naming rights é muito
mais complexo e como muitos especialistas lecionam, as empresas têm que gastar
em ativação.
A Toyota ou a Pepsi, ou qualquer
outra marca, tem a obrigação de divulgar ao mundo sua marca, gastando bastante
para isso e não esperar a boa vontade da televisão, não só de mídia espontânea
vive um patrocínio (ou parceria) esportivo.
Uma decisão de milhões em
dinheiro não pode se basear apenas na visibilidade que a TV proporciona, o
esporte é muito maior que isso e as empresas não podem ser ingênuas de pensar o
contrário.
Tirando as equipes mais
tradicionais, outros times da NBA têm em média duas partidas transmitidas pela
televisão brasileira. Esses dois jogos fazem diferença para as empresas que
detém os naming rights? Certamente
não, mas para a TV faz uma diferença, sim.
Por outro lado, a Globo tem seus próprios
patrocinadores que, por sua vez, tem interesses próprios e o canal de TV não
pode se dar ao luxo de perder esse dinheiro (ou vê-lo diminuir). Como ficaria a
Volkswagen, maior patrocinador no ramo automobilístico, vendo que a Toyota tem
o seu nome citado durante uma transmissão de três horas sem pagar nada? Por que
investir tanto em propaganda?
A TV já proporciona uma
visibilidade grátis para diversos anunciantes. No caso da NBA, as empresas têm ‘gratuitamente’
sua marca exposta por três horas sendo exibida ali no centro da quadra, elas realmente
precisam da voz dos narradores e comentaristas?
E como ficam os torcedores?
Os torcedores têm toda a razão
para reclamar, pois querem ouvir os nomes corretos dos ginásios de seus times,
mesmo que muitos não concordem com as marcas.
Há algum tempo atrás quando o
ginásio do Portland Trail Blazers passou a se chamar de Moda Center, alguns
torcedores (tanto nos Estados Unidos quando no Brasil) se recusaram a aceitar o
novo nome e seguiram chamando de Rose Garden.
A informação também é algo que
fica em segundo plano com essa decisão, você poderia argumentar? Concordo. Não
é correto chamar de “Arena Dallas”, pois não existe tal lugar e sim a “American
Airlines Arena”, mas é também deve do telespectador de buscar informações fora
da TV, mas essa discussão sobre alienação foge do meu alcance e do foco desse
texto.
Mas, resumindo, se um torcedor do
San Antonio Spurs sabe que a casa do seu time é o AT&T Center é o que
importa para ele. E deveria bastar também para a AT&T, de modo passivo. E a
Globo que recebe da concorrente Vivo não precisa repetir para o mundo isso.
No fim das contas, os torcedores
devem agradecer por ter mais uma opção de transmissão dos jogos da NBA além de
ESPN, SPACE e Sports+. A partir do dia 24 de fevereiro, possível data da primeira
transmissão do SporTV, mesmo com os problemas que todos apontamos (e sabemos) o
canal virá literalmente para somar.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
O dia em que Dominique Wilkins foi aceito na liga de Larry Bird
Histórias envolvendo jogadores do
passado da NBA são sempre boas de se ouvir e quando uma envolve dois hall of famers é para ouvir atentamente,
principalmente se os personagens envolvidos forem Dominique Wilkins e Larry
Bird.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015
Sem nova arena, Bucks pode deixar Milwaukee em 2017
Nesta quarta (04), o porta-voz
oficial da assembleia do estado do Wisconsin anunciou que o plano para a construção
de uma nova arena do Milwaukee Bucks tem poucas chances de ser realizado nas
configurações atuais.
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